NOTA DO TCE SOBRE A MOBILIZAÇÃO DOS SERVIDORES

Data publicação: 02/08/2017 14:28:42

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Sobre a decisão de mobilização dos servidores do Tribunal de Contas de Alagoas, aprovada em assembleia realizada nesta quarta-feira, pelo sindicato da categoria (Sindicontas), a presidente do TCE-AL, conselheira Rosa Albuquerque, esclarece que tem lidado de forma bastante transparente, mantendo, desde o início da sua gestão, um diálogo franco e permanente com o sindicato no trato da questão relacionada à recomposição salarial reivindicada pelos servidores.

E tem sido muito sensível ao pleito, por considerá-lo justo. Por isso tem buscado, junto com sua equipe, todas as formas possíveis para encontrar uma saída, inclusive a negociação de uma suplementação de verba junto ao Executivo, por enquanto, sem êxito.

Assim, todo o empenho em resolver a situação dos servidores, tem esbarrado nas limitações orçamentárias e financeiras do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas.

Destaca a presidente, que a situação que ela encontrou é muito difícil, com 90% dos R$ 7 milhões mensais do duodécimo comprometidos com a folha de pagamento (sendo que mais da metade desse valor é para pagar aposentados e pensionistas). Ela explica que para tentar garantir reajuste dos servidores, o orçamento de 2017 foi projetado em R$ 123 milhões, mas essa projeção foi reduzida para R$ 90 milhões, o que inviabiliza totalmente esse propósito, exceto se houver suplementação.

A presidente Rosa encontra-se viajando, mas na assembleia do Sindicato, que se realizou no auditório do TCE, na manhã desta quarta-feira, ela se fez representar pelo diretor financeiro do TCE, Jean Jacks Cavalcante, e pelo procurador adjunto, Linaldo Freitas, para esclarecer todas as dúvidas dos servidores em relação à situação financeira do TCE, demonstrar seu apoio à reivindicação da categoria e, mais uma vez, reafirmar seu empenho na busca de caminhos viáveis para a boa condução dessa questão.

Em relação à mobilização, a presidente compreende que os servidores estão no exercício democrático do seu direito e confia no bom senso e na condução ordeira de todo e qualquer ato, colocando-se, como sempre, à disposição para o diálogo.