Composição

Corpo Diretivo


Otávio Lessa de Geraldo Santos

Diretor Geral da Escola de Contas

Daniel Raymundo de Mendonça Bernardes

Diretor Técnico da Escola de Contas

Orlando de Araújo Castro

Diretor Técnico Adjunto da Escola de Contas

Corpo Administrativo


Lídia Machado Tavares Mendes

Coordenadora de Ensino e Extensão

Gisete de Lima Oliveira Nascimento

Coordenadora Pedagógica

Anaxímenes Marques Fernandes

Assessor Jurídico

Cláudia Maria Soares Bastos

Técnica de Contas

Valéria Hora Barros

Técnica de Contas

Galeria dos Diretores da Escola de Contas Públicas

A Escola de Contas Públicas, sabendo do desafio que é qualificar para o controle externo quando cuida dos servidores do Tribunal, e mais, quando trata de aparelhar o cidadão para acompanhamento do que é feito do seu patrimônio, é catalisadora na disseminação do conhecimento e da informação adequada, útil e contemporânea.

Nestes últimos 13 anos, a Escola de Contas Públicas Conselheiro José Alfredo de Mendonça foi dirigida por 07 (sete) Conselheiros, a saber: José de Melo Gomes, José Alfredo de Mendonça, Isnaldo Bulhões Barros, Cícero Amélio da Silva, Maria Cleide Costa Beserra, Luiz Eustáquio Toledo e Anselmo Roberto de Almeida Brito.

O grande diferencial na gestão da Escola de Contas é o acordo firmado entre os Conselheiros do Tribunal de Contas que, a cada dois anos, assumem a responsabilidade em dirigi-la.

Cada Conselheiro-Diretor imprime sua marca na gestão, onde as experiências adquiridas possibilitam o intercâmbio de ideias e troca de conhecimentos, o que certamente, contribui para a consolidação da atuação efetiva do Tribunal de Contas pela constante atualização do seu aparato técnico.

A Escola de Contas Públicas é uma experiência positiva que só tem a contribuir para a melhoria da Administração Pública, através de uma qualificação profissional de excelência.

O que impulsiona a Escola de Contas é exercer o papel orientador na busca incessante por novas tendências e melhores práticas, para a formulação e aprimoramento de técnicas de capacitação voltadas à melhoria da gestão pública.

Atualmente, a Escola de Contas vem atuando de forma abrangente, participando ativamente da construção e realização de cursos, seminários, treinamentos internos e externos para os servidores da Casa, seus jurisdicionados e toda sociedade alagoana, com o objetivo de manter o alinhamento com as estratégias organizacionais do Tribunal de Contas.

Ao nosso entendimento, quanto mais relevantes se tornam as ações de prevenção, mais desafiadora é a tarefa de demonstrar a eficiência e eficácia de seu desempenho.

Por tudo isto, há treze anos a Escola de Contas Públicas é uma experiência exitosa no cenário alagoano.

Criada como uma Instituição vinculada ao Órgão de Controle, a Escola de Contas Públicas apresenta resultados à altura de sua importância para a boa gestão pública pela disseminação do conhecimento, tudo fruto do trabalho intenso dos ocupantes dos cargos de Diretores-Gerais e de suas respectivas equipes técnicas e operacionais.

Coube ao Conselheiro José de Melo Gomes, primeiro Diretor da Escola, a responsabilidade pela sua criação, estrutura física, orçamentária, financeira e pedagógica, bem como, a elaboração da legislação pertinente à Escola de Contas.

O desenvolvimento institucional da Escola coube também ao Conselheiro José Alfredo de Mendonça, o qual organizou parcerias com as demais instituições da Administração Pública e da sociedade em geral.

As ações pedagógicas, na gestão do Conselheiro Isnaldo Bulhões Barros, foram enaltecidas como forma de manter o constante fortalecimento da Escola na operacionalização dos programas e políticas decorrentes do PROMOEX.

Com base nos resultados apontados, a Escola assumiu claramente esta vertente da prática pedagógica, na construção e consolidação, através de instrumentos técnicos e didáticos, do conhecimento teórico e prático que norteiam a gestão pública.

Ciente do papel pedagógico da Escola em aperfeiçoar os servidores e jurisdicionados, o Conselheiro Cícero Amélio da Silva, dando continuidade às gestões anteriores, conferiu relevância ao envolvimento técnico-profissional, sobretudo aos atores voltados ao controle.

Na gestão da Conselheira Maria Cleide Costa Beserra houve a busca pela qualificação do servidor, desenvolvida através de um projeto de intensificação do conhecimento.

Concentrado no mesmo pensamento, o Conselheiro Luiz Eustáquio Toledo constatou que a realização efetiva do controle dá-se através de ações preventivas, pela capacitação dos servidores públicos, que, conseqüentemente, se tornam fiscais naturais. A qualificação dos servidores criou condições para o desenvolvimento das ações institucionais da própria Corte de Contas.

Na gestão do Conselheiro Anselmo Roberto de Almeida Brito, consolidando, até agora, todas as demais gestões e voltada ao campo do controle efetivo da Administração Pública, baseada no dinamismo também buscado em todas as outras estruturas públicas, a aproximação da sociedade e dos jurisdicionados ao Tribunal de Contas, através de ações preventivas e do caráter orientador natural da Instituição, foram traços marcantes. A busca pela eficiência e eficácia na aplicação dos recursos públicos é tida como a maneira mais simples de combater os desvios.

Histórico dos Diretores

Otávio Lessa de Geraldo Santos

2017 - 2018

No momento em que investimos nas áreas de capacitação e orientação estamos multiplicando a capacidade de servir ao Estado e à sociedade.

Anselmo Roberto de Almeida Brito

2015 - 2016

No campo do conflito humano, nunca tantos deveram tanto a tão poucos (Winston Churchill). A informação como matéria-prima e razão da existência da Escola de Contas Públicas é o que buscamos incessantemente.

Luiz Eustáquio Toledo

2013 - 2014

A Escola é uma instituição que existe no contexto histórico do Tribunal. Para que seja compreendida é necessário que se entenda como o poder se constitui na sociedade e a serviço de quem está atuando.

Maria Cleide Costa Beserra

2011 - 2012

O principal reflexo de todo processo de modernização que atualmente o Tribunal de Contas tem implantado, será a introdução de uma cultura de planejamento que permita definir metas por meio das quais seja possível a obtenção dos resultados e estabelecimento de técnicas lógicas.

Cícero Amélio da Silva

2009 - 2010

A Escola deve ser um local onde seja possível o crescimento mútuo da instituição, servidores e jurisdicionados.

Isnaldo Bulhões Barros

2008 - 2009

A ação pedagógica exercida pela Escola caracteriza a orientação em matérias pertencentes à finalidade da Corte de Contas. Devemos ter em mente que não basta punir. É preciso ir além. É preciso orientar.

José Alfredo de Mendonça

2006 - 2007

No momento em que investimos nas áreas de capacitação e orientação estamos multiplicando a capacidade de servir ao Estado e à sociedade.

José de Melo Gomes

2004 - 2005

A criação da Escola de Contas Públicas se insere em um cenário em que a sociedade civil passa a desempenhar seu papel de agente fiscalizador de maneira mais atuante.